sexta-feira, 28 de setembro de 2012
Viver é imperativo
Pálpebras pousadas em Ti.
Descanso. Tenho calma.
Tua imagem,
feito paisagem sonhada,
sossega minha'lma.
Peito qual som de infância.
Respiro. Busco calma.
Marca meu passo
a tua voz,
feito música e compasso.
Pés descalços na relva.
Caminho. Não tenho pressa.
Teu abraço,
tal carinho maternal,
chega-me ternamente: desperta!
Enquanto sussurras baixinho:
Viver é imperativo!
Um fragmento de Neta. Evenice Netíssima.
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