terça-feira, 1 de maio de 2012
Movendo ventos. E também moinhos.
"E na hora que a televisão brasileira
Destrói toda gente com a sua novela
É que o Zé bota a boca no mundo
Ele faz um discurso profundo
Ele quer ver o bem da favela"
Aos "Zés" e "Marias", trabalhadoras e trabalhadores.
Que vão, cada qual ao seu modo, pelejando por mais um dia,
por mais um pão, por um chão.
Que ousam sonhar, porque é de sonho que a vida vai sendo tecida.
É de sonho, mas é também de mangas arregaçadas, pés no chão, som na voz e no coração.
Que os ventos da mudança sejam soprados por nós.
Nem que para isso movamos moinhos.
Leci Brandão - "Zé do Caroço"
Um fragmento de Neta. Evenice Netíssima.
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