Não. Não quero fazer um diário utilizando os dias da semana como pretexto para falar sobre o meu cotidiano.
Segundas, terças, quartas feiras... são todas iguais.
Todas não. Algumas.
É que há dias em que acordo, pisco, acordo, bocejo e zapt! Já é outro dia!
E ontem era o quase hoje, quase amanhã, quase vida. Quase.
Há poucos minutos de mais uma segunda-feira, me esforço para lembrar de tudo o que passou essa semana.
Mas já faz tanto tempo!
Foram tantas as cousas, as palavras, os silêncios... Mas passaram.
E parece que o domingo é sempre uma oportunidade de apostar em uma semana novinha.
Como se fôssemos vivendo reveillons semanais.
Pode ser uma boa estratégia. Pode ser frustrante. Talvez não seja isso nem aquilo.
Poderia pensar que é apenas mais uma semana. Ou gritar: será A semana!
"Viva intensamente essa semana", reclama minha'lma.
É mais provável, entretanto, que eu apenas sobreviva a ela. [Apenas?]
Queria mesmo era transbordar os dias, as horas, os tic-tac's todos.
Que é o tempo, afinal?
"O tempo é um ponto de vista dos relógios", diria Mário Quintana.
Acrescento: das agendas e calendários que vamos "construindo" também.
Para onde tem apontado mais o ponteiro do seu relógio?
De quando em vez tenho retirado os ponteiros do meu.
"Felicidade é o ponto" [?]
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